Ecologia Urbana

O Caminho para uma Sociedade Sustentável

O protocolo de Kyoto é fruto de uma série de reformulações do pensamento ocidental que gradativamente (com a percepção dos possíveis efeitos do aquecimento global) tenta tornar os meios de produção industrial mais ambientalmente sustentáveis.

De modo óbvio, que foi uma série de congressos e eventos que levaram ao estabelecimento do protocolo. Pode-se citar também que este é um empreendimento novo, que alia remodelações financeiras às ambientais, principalmente no tocante aos setores industriais. Vale ressaltar que o protocolo de Kyoto tem um forte caráter de pioneirismo, pois tenta agregar em larga escala geográfica o controle e a fiscalização contra a emissão dos gases do efeito estufa, com medidas pragmáticas e funcionais.

Protocolo de Kyoto: Uma Ação Global

Entre os objetivos do protocolo de Kyoto, encontram-se medidas e agregações intercontinentais, para reduzir a emissão de gases danosos a atmosfera; outro objetivo é promover a sustentabilidade nos três setores centrais: econômico, social e ecológico. Para tanto, pensou-se de forma racional, com o intuito de não quebrar nenhuma economia com medidas taxativas e bruscas, criando-se recursos como os créditos de carbono que viabilizam a gradual substituição de uma extração nociva por uma mais sustentável e menos poluente. Também foca-se, primeiramente, nos países desenvolvidos, com a meta de se realizar a redução de mais ou menos cinco por cento da emissão desses gases (ainda não foram tomadas medidas assim para os países em desenvolvimento ou pobres, pois poderia afetar dramaticamente as suas economias). Entre outras medidas sustentáveis foca-se o uso de energia renovável e da preservação florestal no planeta.

O Protocolo se encerra no ano de 2012 (expirando o compromisso dos países signatários), entretanto já se tem debatido em diversos congressos sobre novas resoluções, como o de Copenhague em 2009. Apesar das conferências realizadas, há muitas divergências quanto às medidas e as suas aplicações, esse estado de animosidade é refletido principalmente entre os países desenvolvidos e os em desenvolvimento. Vale ressaltar que as medidas que amenizam ou viabilizam o desenvolvimento sustentável das nações serão cada vez mais recorrentes se continuar havendo contratos e entendimento entre as nações (independente de seu estado de desenvoltura).